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NPS’22: Bad Gyal fez subir a temperatura

Foto: Facebook @akabadgyaloficial - © Felipe Longoni

Festivais

NPS’22: Bad Gyal fez subir a temperatura

Atuação explosiva da estrela catalã.

Eram 23:40 e, face a outras propostas anteriores, ainda pouca gente se perfilava junto ao palco Super Bock para ver Bad Gyal (tremendo erro!). A estrela catalã, é, nos dias de hoje, uma figura de referência no reggaeton urbano contemporâneo, a que junta influências do dance hall jamaicano, hip hop e até umas pitadas de pop.

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Bad Gyal subiu as escadas de uma das várias estruturas montadas no palco para a sua atuação, acompanhada de um corpo de bailarinos exímio, e nesse exato momento surgiram, também, os primeiros momentos de pirotecnia, que se repetiram, mais tarde, por diversas vezes, ao som de La prendo. Seguiram-se Nueva York (Tot*), Flow 2000, Zorra e Aprendiendo el Sexo, todos grandes êxitos da artista (juntos têm cerca de 60 milhões de visualizações no YouTube!).

A cantora apresentou uma produção completa, com muita dança e sensualidade à mistura, twerks através de twerks, efeitos pirotécnicos e visuais e, ainda, plataformas em constante mutação para encaixar no ritmo certeiro de cada música. Tudo pareceu preparado ao mais ínfimo detalhe.

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Pussy, Tu Eres Un Bom Bom, em versão remix que partilha com Kafu Banton, e Alocao, em parceria com Omar Montes, foram cantadas com o apoio de um coro não muito grande, mas bastante audível que apoiou Bad Gyal durante todo o espetáculo, que usa (e por vezes abusa) do famoso autotune.

Na reta final, e com muito público já a abandonar a zona do palco Super Bock, um encore não anunciado, mas esperado pelos verdadeiros fãs da artista catalã: Fiebre, tema que catapultou Bad Gyal em 2016, e que se tornou um dos seus maiores êxitos, soou e, com ele, parte da multidão regressou. A terminar, uma certeza: esta é, pelo menos no mundo do reggaeton, uma diva mais do que confirmada.

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